Viviany Beleboni, a atriz que realizou uma performance em que aparecia crucificada, na última parada gay, participou ontem do Hora da
Coruja, programa de filosofia na FlixTV, conduzido pelos amigos
Francielle Chies e Paulo Ghiraldelli Jr., ocasião em que lhe fiz uma
pergunta. Perguntei-lhe sobre o que ela achava do caráter político
da parada gay, do modo como se manifestavam politicamente a
comunidade LGBT.
O que motivou minha pergunta foi o fato de, mais cedo, ali mesmo, e em outras entrevistas, Viviany ter alegado que não concordava com o modo com que estão, principalmente alguns políticos difamadores, vinculando sua imagem à de outros manifestantes mais exaltados.
O que motivou minha pergunta foi o fato de, mais cedo, ali mesmo, e em outras entrevistas, Viviany ter alegado que não concordava com o modo com que estão, principalmente alguns políticos difamadores, vinculando sua imagem à de outros manifestantes mais exaltados.
Sabe-se que o pastor deputado Marcos Feliciano divulgou uma
montagem em que aparecem as imagens de Viviany crucificada em um
quadro, junto a outros quadros em que aparecem outros manifestantes
executando performances mais agressivas, uma delas é a de enfiar um
objeto no cu, outra é a de fumar maconha. Sabe-se também que já
foi desmentido que os quadrantes retratando os heterogêneos
manifestantes não são todos da parada gay. (O leitor pode ver a
reportagem em que ocorre o desmonte da farsa aqui). Porém, por que
incomoda Viviany o fato de vincular sua imagem a outras
manifestações?
